Não se pense que a vida cá no Jardim é tranquila, não, é muito espinhosa, sobretudo porque todos nós que aqui trabalhamos, sejam os engenheiros do ambiente, especialistas em animais em cativeiro como eu, sejam os administrativos, o vendedor dos bilhetes ou os seguranças de noite, que são todos advogados zangados com a Ordem do dr. Pinto, (de quem eu gosto muito, tem uns tomates do tamanho dos do Abílio elefante e negros, acrescento eu).
O pior na nossa profissão, são os auditores e a entidade reguladora da vida animal, que policiam a nossa actividade.
Primeiro vêm os auditores, andam de jaula em jaula, a ver se está tudo em ordem, se a bicharada tem palha fresca, se tomam banho todos os dias, se o Abílio elefante tem os tomates limpos, enfim essa coisas.
Eles auditam e vêm tudo, ou digamos quase tudo, pois como já ontem disse, a jaula da hiena Helena, está sempre um nojo, mas ao que parece o Narciso deu uma nota por baixo da mesa ao auscultador e ficou assim, faz de conta que estava tudo bem.
Depois temos o orgão regulador, uma espécie de Banco de Portugal para todos os jardins, mas que também não vêm nada, não sabem nada e não servem para nada, parecem aquele trio de macacos, em que um tapa os olhos, o outro a boca e outro os ouvidos, criado nas Caldas e que eu já vi em louça.
Têm é sempre um presidente como o dr. Abrupto, que fala bem, mas não diz nada.
Dou como exemplo o facto do jardim ter uma águia fora da lei, no meu Benfica, uma ofshore, como dizem agora os jornais e o Banco do Jardim, não sabe de nada e nada faz, nem mesmo com a águia Vitória a esvoaçar, sempre que o Glorioso joga em casa.
É daqueles casos que só não vê quem não quer, como as mulheres que usam silicose nas mamas.
O pior na nossa profissão, são os auditores e a entidade reguladora da vida animal, que policiam a nossa actividade.
Primeiro vêm os auditores, andam de jaula em jaula, a ver se está tudo em ordem, se a bicharada tem palha fresca, se tomam banho todos os dias, se o Abílio elefante tem os tomates limpos, enfim essa coisas.
Eles auditam e vêm tudo, ou digamos quase tudo, pois como já ontem disse, a jaula da hiena Helena, está sempre um nojo, mas ao que parece o Narciso deu uma nota por baixo da mesa ao auscultador e ficou assim, faz de conta que estava tudo bem.
Depois temos o orgão regulador, uma espécie de Banco de Portugal para todos os jardins, mas que também não vêm nada, não sabem nada e não servem para nada, parecem aquele trio de macacos, em que um tapa os olhos, o outro a boca e outro os ouvidos, criado nas Caldas e que eu já vi em louça.
Têm é sempre um presidente como o dr. Abrupto, que fala bem, mas não diz nada.
Dou como exemplo o facto do jardim ter uma águia fora da lei, no meu Benfica, uma ofshore, como dizem agora os jornais e o Banco do Jardim, não sabe de nada e nada faz, nem mesmo com a águia Vitória a esvoaçar, sempre que o Glorioso joga em casa.
É daqueles casos que só não vê quem não quer, como as mulheres que usam silicose nas mamas.
6 comentários:
Álvaro, essa dos macacos deficientes, perdão, portadores de deficiência, paga direitos.
Quais Drª Mac os macacos das Caldas ?
O surdo, o cego, e o mudo ? Vão abandonar essa produção, vão juntar tudo num só e fazem um busto do Dr.Constante do B de P.
Ah! Bolas, acho que me precipitei, as minhas desculpas. Eu estava a falar daqueles outros, sabe? Os supostamente sábios (mas há malta que acha que não, que são mas é uns abstrusos do caraças).
Esses de que fala são das Caldas? Diacho, pensava que daí era só um.
As mulheres usam silicone nas mamas? Não é desconfortável, isso?
O Abílio é aquele que é considerado dos melhore da Europa não é?
Deve ser por ter sempre os tomates limpinhos :)
Saudações Tasqueiras.
Finalmente um homem do povo o Adérito tasqueiro.
Aqui e na do mestre Funes é só doutores, um futuro padre, advogados a metro, é melhor dizer ao quilo, que eles agora facturam ao peso do processo.
Dá trabalho mas o Abilio tem sempre os tomates em ordem.
Um grande viva ó Benfica, (era o que faltava um tasqueiro não ser)
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